PRINCESA BOO

Ela é de fato, uma princesinha, mesmo que seja só do armário…

DISNEY

MONSTROS S/A – 2001

 

white-boo.jpg image by Guarda

 

O filme conta a história sobre monstros que assustam crianças para poderem conseguirem os gritos delas para gerar energia para seu mundo.

A cidade em que se desenrola boa parte da ação, Monstrópolis – é bem similar ao mundo dos humanos, exceto pelos seus habitantes: monstros, com todos os caracteres – chifres, dentes afiados, cores berrantes, partes do corpo com tamanho desproporcional, pêlos, garras ou aspecto asqueroso.

Mike e Sulley são monstros empregados da firma Monstros S/A (Monsters Inc., no original). Sua tarefa é assustar crianças pequenas todas as noites. Assim, quando as crianças gritam, é armazenada uma certa quantidade de energia, vital para a sobrevivência e a comodidade do mundo dos monstros.

O ponto de contato entre os dois mundos é a porta do armário dos quartos de crianças por toda a Terra. É por esse canal que os monstros invadem momentaneamente o mundo humano, assustam as crianças e depois retornam. A empresa mantém um imenso depósito de portas, e as processa por um sistema industrial e automatizado, qual uma linha de produção.  É uma verdadeira fábrica, com turnos, gerentes, recepcionista, vestiários, e etc. A Monstros S/A é responsável pela captação e pela posterior distribuição da energia em Monstrópolis.

Os dois monstros formam uma equipe: Sulley é quem assusta as crianças, e Mike é seu auxiliar – manuseia o equipamento que controla as portas e armazena a energia. Dividem o mesmo apartamento e são muito amigos. Eles são os recordistas da empresa em quantidade de energia armazenada, e participam dos comerciais da companhia. Apesar de sua popularidade, Sulley também conquista algumas rivalidades. A maior delas é com Randall, o qual não se contenta e ser o segundo melhor da empresa e quer bater o recorde de seu rival. malandro e provocador, Randall costuma provocar Sulley e Mike enquanto tenta usurpar a liderança tida por Sulley.

Existe a crença, no mundo dos monstros, de que humanos são potenciais transmissores de doenças. Há uma preocupação, por parte dos monstros assustadores, em evitar ao máximo o contato com os infantes e os objetos que fazem parte de seu quarto. Quando um desses objetos é trazido acidentalmente para o mundo dos monstros, há a adoção de medidas profiláticas urgentes e extremas. O órgão responsável por isso é a CDA – Child Detection Agency.

Acidentalmente, aparece uma garotinha humana no mundo dos monstros. A princípio, a culpa pelo acidente parece ser de Sulley, que havia retornado à linha de produção fora do horário de expediente, a fim de resolver uma pendência burocrática de Mike. No local, ele nota uma porta fora do depósito e resolve abri-la. É surpreendido então por Boo, uma pequena garotinha que com ele passa a brincar.

A reação de Sulley é de espanto e horror. Ele, que todos os dias assustava dezenas de crianças com seu rugido, foge apavorado do pequeno ser de olhos brilhantes e sorriso maroto que o persegue sem cessar, pois o enxerga como um grande e bonito brinquedo com o qual deseja se divertir. Inicialmente, ele a repele como quem repele um ser abjeto, e ela, em sua inocência, é toda ternura para com ele. Com o passar do tempo, o monstro vai se afeiçoando à criança.

A partir daí, Mike e Sulley passam a experimentar grandes e cômicos sobressaltos a fim de encobrir a presença de Boo em Monstrópolis e para devolvê-la a seu mundo. Por fim, eles acabam descobrindo que a presença da garotinha na empresa não fora acidental, mas sim integrava um plano urdido pelo chefe da empresa em conluio com Randall, a fim de aumentar a produção de energia por intermédio de tortura infligida a crianças trazidas para esse fim à fábrica.

Durante a convivência com Boo, Sulley percebe que o riso das crianças gera muito mais energia que o grito de pavor. Uma vez descoberta a trama do chefe, a empresa passa por uma reformulação em seus princípios, e as turmas de assustadores passam a ser de “divertidores”. O clima na fábrica também melhora muito, torna-se mais ameno e divertido

 

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PRINCESA SAMANTHA

 

Bom, se a Jeannie é a Princesa dos gênios, Samantham, uma princesa entre as bruxas, um seriado de 1964 a 1972; que, pra mim, merecia uma volta triunfante, um dos poucos seriados que lembro que tem a família, como ponto principal, uma família simples, de classe média, e seus problemas vistos de uma forma única…

Uma feiticeira se apaixona por um mortal, e não conta sobre seus poderes. Depois do casamento ela revela a verdade e promete nunca usar seus poderes, mas é constantemente tentada a fazer isso. O personagem de Will Ferrell é um ator decadente que tenta dar a volta por cima interpretando Darrin Stephens em uma versão cinematográfica da famosa série (ou seja, temos um filme dentro do filme). Quando ele conhece Isabel Bigelow (Nicole Kidman) fica impressionado com sua beleza e acredita que ela é perfeita para o papel de Samantha. O que ele não sabe é que a moça realmente é uma feiticeira. Enquanto isso, o pai de Isabel, Nigel (Michael Caine) fica preocupado com o interesse da filha pelo mundo mortal, até que tem sua própria atenção chamada por Iris Smythson (Shirley MacLaine), atriz que interpreta Endora, mãe de Samantha, na adaptação do programa de TV.
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PRINCESA JEANNIE

Para mim, o que é bom, sempre o será, seria divino poder rever a nossa querida Jeannie, atualizada e bem animada, e, tenho acredito que nossas crianças iriam adorar…

PRA MIM, UMA PRINCESA DE GÊNIO

JEANNIE É UM GÊNIO – 1965

 

                                          

 clássico seriado Jeannie é um Gênio ( I Dream of Jeannie ) foi criado pelo famoso escritor de best-sellers Sidney Sheldon. Jeannie estreou em 18 de setembro de 1965 e passou nas telas até 1o. de setembro de 1970. Os episódios giravam em torno dos infortúnios e desventuras do astronauta Anthony Nelson ( Larry Hagman ) e um gênio de nome Jeannie ( Barabara Eden ). Major Nelson,  descobre Jeannie numa garrafa, em uma ilha deserta, durante uma missão espacial abortada. Ele a toma para si ( ou ela o toma para si ), porém seu desejo é que ela não faça uso de seus mágicos poderes e procura esconder sua verdadeira identidade de todos os amigos e de todos os seres humanos.
Os primeiros episódios da série, foram relativamente monótonos e convencionais, eventualmente os episódios faziam uso do excêntrico, como era comum nas comédias da segunda metade dos agitados anos 60.
Somando-se aos problemas de trazer a imagem da dominação masculina sobre a mulher, em plena época da libertação feminina, Jeannie é um Gênio tratava ainda com freqüência o tema do sadomasoquismo, mais explicitamente expresso nos gritos de dor e pela humilhação sofrida pelo Major Nelson, por conta do resultado dos truques mágicos e malignos perpetrados por Jeannie ou um de seus magos-parentes como sua maldosa irmã.
O que fascinava a todos, eram as “piscadas mágicas” que Jeannie dava para satisfazer seu amo e mestre – Major Nelson, que geralmente eram interpretadas como ocorrencias anormais e paranormais por seu superior, Coronel Alfred Bellows, o psicanalista da base de operações da NASA.
Fazendo um paralelo entre desejos e a desordem psicológica, esta série desnudou e satirizou o medo que muitos velhos e pais americanos experimentaram durante os anos 60, quando a sociedade se tornou liberada através de sua juventude. No entanto a série sempre teve sua enfase como uma comédia leve.
O ator comico Bill Daily – que interpretava o acompanhante do Major Nelson, Roger Healey, foi um dos ingredientes essenciais para esta linha light de comédia, o andamento e a edição de imagens, as bem engendradas trapalhadas ( em especial com brilhantes interpretações de Larry Hagman ) e as espirituosas e incidentais musicas de Hugo Montenegro, fizeram o reconhecido sucesso mundial de Jeannie é Um Gênio.

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PRINCESA DIANA

DC COMICS

 A PRINCESA AMAZONA DE THEMISCIRA – OU ILHA PARAÍSO

A MULHER MARAVILHA -1941

A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. A Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita, rainha das amazonas. Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, os deuses também deram várias habilidades a garotinha, que já em tenra idade era forte capaz de arrancar uma árvore a mãos nuas e correr mais que uma gazela. Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos EUA, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes. A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul

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PRINCESA XENA

XENA – A PRINCESA GUERREIRA

 Robert Tapert  e  John Schulian – 1995 a 2001

Vimos Hércules em animação, porque não Xena? Ela recebe o título de princesa, acho tudo nela o máximo, principalmente aquele colar, que muito me lembra Krull…

 

Nos meus passeios pela net, encontrei mais duas que levam o título de  PRINCESA GUERREIRA, Natasha e  Tuz, são apenas papeis de parede, mas isso estimula muito a minha imaginação…

 

 

Ao completar 17 anos, Xena e seu irmão Lyceus lutaram para salvar sua aldeia que foi invadida por um exército. Durante o confronto muitos aldeões morreram, inclusive Lyceus. Tomados pela raiva e sem forças para reagir, os aldeões se revoltaram contra Xena, culpando-a pela tragédia. Exilada, a Princesa Guerreira vê seu ódio crescer ainda mais e traça planos de destruição para conquistar as aldeias de seu caminho. Depois de um reencontro com Hércules, Xena decide acabar com tudo e vai ao norte da Grécia para recomeçar, mas no momento em que ela tenta enterrar o seu passado, uma nova chance de vida aparece, ao salvar um grupo de pessoas que estavam sendo atacadas. Mais tarde, Xena conhece uma camponesa que abandona a família para viver incríveis aventuras ao lado da Princesa Guerreira. A dupla segue por todos os cantos do mundo antigo, com direito a aparições de Deuses e personagens famosos da mitologia grega. Diversão garantida e belas paisagens da Nova Zelândia

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PRINCESA ADORA

FILMATION STUDIO

SHE-RA A PRINCESA DO PODER – 1985 A 1986

DUAS PRINCESAS EM UMA

 

O planeta Ethéria é vítima da ditadura Horda, liderada pelo tirano Hordak e seu exército de mutantes guiados pela capitā Adora.

Refugiados na Floresta do Sussurro sob o comando da princesa do reino de Lua Clara chamada Cintilante, um grupo de rebeldes planejam estratégias para libertar o planeta das forças do mal.

Em outra dimensāo, no planeta Etérnia, a Feiticeira, guardiã do Castelo de Grayskull, desperta-se de terríveis pesadelos e diante dela está uma espada idêntica à do herói He-Man, tendo como única diferença uma pedra cravejada ao corpo da arma. A espada atraí a protetora do castelo até um portal dimesional, o qual nunca tinha sido aberto antes. Em sequência, a espada cai aos pés da Feiticeira, que a colhe com surpresa, dizendo: “É possível?! Após tantos anos?!”

Convocado pela Feiticeira por telepatia, o príncipe Adam recebe a missão de atravessar o portal dimesional, indo assim para outro mundo entregar a misteriosa espada à sua verdadeira dona. O mundo no qual o príncipe chega é Ethéria e ele logo se alia à Rebelião.

Transformado em He-Man, durante um combate contra a Horda, Adam enfrenta a maldosa capitā Adora, para depois descobrir que a tal espada é ativada quando apontada contra a capitã. Na pedra aparece a imagem de Adora. Distraído por este acontecimento, He-man é feito prisioneiro.

Mantido na “Ilha das Feras”, He-Man conta à Adora que a espada deveria pertencer a alguém que luta pelo bem, e não pelo mal. He-man também esclarece a Adora que Hordak é um tirano, e que sua influência sobre Ethéria baseia-se em atos de injustiça e maldade. Supreendida com essa declaração, Adora decide andar por Ethéria e ver com os próprios olhos como a Horda governava aquele planeta e descobre que tinha sido enganada, e que na verdade os rebeldes não eram do mal, mas sim a Horda!

Com a espada da proteçāo em suas māos, Adora começa a se libertar dos feitiços de Sombria que comandavam sua mente, mas quando tenta se rebelar contra Hordak, Sombria, que praticamente a criou, usa este fato para capturar a mente de Adora novamente.

Enquanto isso, Cintilante, Arqueiro, Madame Riso, Vassourito, Corujito e o Gato-Guerreiro descobrem onde está He-Man e conseguem libertá-lo.

Hordak anuncia um moderno raio transportador: o Raio Magnum, e quer derrotar os rebeldes tranportando toda a Floresta do Sussurro ao Vale Perdido. Porém este raio precisa obter energia para chegar ao máximo de sua potência e He-Man, por ter muita força, é a fonte ideal.

He-Man escapa da prisão e volta a procurar Adora para saber se havia conseguido convencê-la a mudar de lado, mas com o feitiço hipnótico novamente potencializado, Adora o trai, entregando He-Man novamente à Hordak.

Aprisionado no acumulador de energia do Raio Magnum, He-Man está prestes a perder toda sua força e virar um comum escravo da Horda, quando a Feiticeira, através da espada, chama por Adora e revela a ela que seus verdadeiros pais são o Rei Randor e a Rainha Marlena e que na verdade havia sido seqüestrada por Hordak quando ainda era apenas um bebê. Revela também que ela tem um irmāo gêmeo: He-Man. Percebendo os erros que cometera, Adora ergue sua espada e grita “Pela honra de GraySkull”. tranformando-se em She-ra e salva He-man fugindo assim da Zona do Medo, base da Horda.

Longe dali, protegidos no interior da Floresta do Sussurro, He-man chama pela Feiticeira através da espada de She-ra, conhecida como a Espada da Proteção, e pede a ela que explique toda a verdade. A feiticeira esclarece então, que no passado, Hordak e seu discipulo Esqueleto queriam dominar Etérnia, mas foram impedidos pelo exército do Rei Randor e pela Magia do Castelo de Grayskull. Sabendo que os gêmeos, filhos do Rei e da Rainha de Ethéria, estavam destinados à algo de especial no futuro, eles tentam seqüestrá-los. Seus planos porém, em parte dão errado, e Mentor impede que consigam levar o príncipe Adam. Assim, Hordak consegue seqüestrar apenas Adora e como nunca fora possível detectar a dimensāo para a qual ele fugiu, levando consigo a princesa Adora, a memória de todo o povo de Ethérnia, incluindo a do próprio príncipe, fora magicamente apagadas. Com tal feitiço, ninguém se recordaria sobre a existência da princesa, poupando a todos o sofrimento. Os únicos que se recordariam da existência de Adora seriam seus pais, o Rei e a Rainha de Ethéria, Mentor e a Feiticeira, guardiã do Castelo de Grayskull.

Após saber de toda a verdade, Adora decide que ajudará a Rebelião e em sequência, tem a oportunidade de conhecer seus verdadeiros pais. Furioso pela traição da princesa, Hordak a segue até Etérnia e junto com seu antigo pupilo, Esqueleto, consegue sequestrá-la novamente, mas Adora foge, transforma-se em She-Ra e derrota os vilões.

A princesa decide que sua missão é viver em Etéria e ajudar a Rebelião á lutar contra a Horda e retorna ao planeta no qual cresceu, longe de seu irmão Adam. Os dois se transformam em He-Man e She-Ra e ajudam a Rebelião a libertar o Castelo da Lua Clara que estava sob domínio de Hordak. Depois da batalha, He-man se despede dela e retorna á Ethérnia. She-ra promente então, que nunca descansaria enquanto Etheria não fosse livre.

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PRINCESA LISLEY

…Comtei essa história para minha sobrinha essa noite…

O CÁLICE DE CRISTAL

POR ALÉSSYA ULIAN

EM: 09/11/2010

O CÁLICE DE CRISTAL

Era uma vez, um reino longínquo chamado Visnno que tinha um príncipe lindo e audacioso, entretanto, mas ao contrário de todos os outros príncipes que conhecemos, essas eram suas únicas qualidades. Pois o príncipe Raynner era irresponsável, imaturo, arrogante, prepotente e a única coisa que ele sabia fazer da vida, era cortejar as moças do reino, fugir dos maridos ciumentos e esbanjar toda a fortuna real. Tanto que acabou esvaziando os cofres reais, então, o rei mandou chamá-lo às pressas, a única solução encontrada para que pudessem recuperar sua fortuna fora um casamento arranjado, o príncipe tinha que se casar com uma princesa e pedir um dote substancioso.  Mas, casamento, era a ultima palavra no vocabulário de Raynner, e vinha logo abaixo da palavra morte.

_Mas pai, não quero me casar, disse ele ao rei

_Pensasse nisso antes de jogar toda nossa fortuna fora, bravejou o rei

_ Aumente os impostos, retruca Raynner

_Você está louco, se eu aumentar os impostos novamente meus súditos vão à praça pública exigir a minha coroa, não… Não… Não… Não… Não… Você vai se casar. Já fizemos uma lista, mandaremos o pedido formal a todas as princesas dos reinos próximos.

Entretanto, a fama do príncipe ultrapassou os limites de todos os reinos, próximos, distantes e muito… Muito distantes e uma a uma as cartas retornaram com negativas formais. Que pai, em seu juízo perfeito, permitiria que sua filha desposasse um Dom Juan falido?

Aliviado, o príncipe ameaçou retomar a sua vidinha normal, mas o rei contesta:

__A princesa Lizley, vamos mandar o pedido para o rei Lázzard de Vlastroz.

__ Mas pai, a princesa Lizley não, todos sabem que ela é a criatura mais horrenda de todos os reinos, é mais feia que um ogro, até o Shrek teria medo dela.

__ se você fosse um pretendente a altura, poderia escolher, mas com a sua reputação, agradeça se os pais de Lizley aceitarem o nosso pedido. E se dê por satisfeito, pois poderemos pedir um dote robusto, o reino de Vlastroz é o mais rico de todos ficaremos muito bem na fita.

É, para a tristeza do príncipe, o pedido foi aceito, ele então parte para o reino de Vlastroz para consolidar o compromisse, e conhecer sua noiva e futura esposa. O príncipe e sua comitiva real foram recebidos com uma pompa a que ele a muito não estava acostumado, uma festa arrebatadora, seus sogros queria mesmo dar uma boa impressão e conseguiram, tudo com muita fartura, requinte e luxo. O príncipe então se ajoelhou diante do trono do rei de Vlastroz, esse, imediatamente, e com muito vigor solicitou que o príncipe se levante,

__Não… Não… Meu rapaz, você é quase da família, levante-se deve estar ansioso para conhecer a sua noiva,

E se dirigindo aos servos ele ordenou que a princesa entrasse no salão

As portas gigantescas de madeira maciça e trabalhadas a ouro se abriram na lateral do salão e a princesa entrou, ela usava um belíssimo vestido verde bebe com detalhes branco e rosa e um véu cobria seu rosto, bom ela estaria belíssima se não fosse pelo peso excessivo, o príncipe deu aquela olhada como se esperasse um milagre e pensou:

__ cento e vinte quilos no mínimo

A princesa continuou a chegar e parecia ainda maior; sempre cabisbaixa e com as mãos travadas na frente, parecia estar nervosa, ou só queria segurar a barriga para não arrastar no chão, trêmula, mal olhou para o príncipe, e se acomodou a seu lado. Estavam os dois então, diante do rei, para selar esse compromisso. O rei então ordenou a princesa que removesse o véu, ela o fez, sem levantar a cabeça, olhando fixamente para o chão.

O príncipe mais uma vez pensou:

__ Meu Deus coloque o véu depressa senão eu vou vomitar

Mas seus pensamentos são interrompidos pelas palavras do rei

__Bem meu jovem, sei bem os motivo pelo qual você deseja desposar a minha filha, e eu também tenho os meus motivos para permitir essa união, conheço bem sua reputação, mas também reconheço as limitações de minha filha. Hoje é o noivado de vocês, vocês devem aproveitar bastante a festa que foi organizada, mas amanha ambos partirão para a montanha do medo.

O príncipe levou o maior susto,

__ Que, que é isso!?  Montanha do medo!?  Ninguém vai até La!  ta doido!?.

Mais uma vez pensou o príncipe

O rei continua:

__Permitirei o casamento e lhe darei metade do meu tesouro, mas com essa condição, vocês têm que ir a montanha do medo, e me trazer de lá o cálice de cristal, que me foi roubado há muitos anos atrás, Lizley só poderá se casar na presença do cálice de cristal

Vai ser muito bom para vocês, poderão se conhecer, em fim, será uma longa jornada, cheia de perigos, acho que isso fará muito bem ao relacionamento de vocês. Mas prestem a atenção, devem voltar para se casar puros, os dois.

Raynner olhou para a princesa e pensou:

__ Essa é a parte mais fácil

Então o rei se levantou e se retirou do salão, o príncipe tentou puxar conversa com a princesa, mas ela lhe deu as costas e se retirou também, sem sequer olhar em seus olhos. O príncipe aproveitou bem a festa, tanto que mal fechou os olhos, já tinha um criado chamando para que pudesse começar a viajem. Lizley, já estava montada, a espera de Raynner.

__Bom dia princesa

__Bom dia, respondeu secamente

Raynner não estava acostumado a ser tratado com tamanho desdém por uma mulher, muito menos sendo assim, tão desprovida de atrativos.

O comboio real partiu, o príncipe e a princesa foram a frete, os servos levando suprimentos atrás, soldados faziam a guarda nas laterais, e fechando o comboio, um general cavalgava, ora a frente, ora a traz ora nas laterais. De repente, ao passarem por umas árvores, uma serpente caiu sobre o cavalo de Raynner, que disparou, descontrolado, com o ocorrido, Raynner destroncou o pulso, e não conseguiu dominar o animal, sentia muitas dores, a princesa percebeu, e foi a seu auxílio, com uma destreza incompatível ao o seu tamanho e a sua classe social, ela dominou o cavalo e salvou o príncipe, ordenou, então que o grupo parasse, e ajudasse  Raynner a descer do cavalo. Com o pulso inchado e já arroxeado, ele apeou do cavalo gemendo, ela então retirou de uma sacola na sela, um ungüento com o qual massageou os pulsos do jovem rapaz, e a dor passou quase que imediatamente, ele agradeceu surpreso e perguntou onde ela aprendera  a cavalgar tão bem e a cuidar das pessoas.

__ Bom, com a minha aparência, não dava pra fazer balé, então me dediquei a outras coisas

O príncipe sorriu e disse:

__ Sorte minha não é?

E pela primeira vez, conseguiu tirar um sorriso com dentição falhada daquele rosto cheio de espinhas e verrugas.

Durante o percurso, outros incidentes ocorreram. Numa avalanche de pedras, nas montanhas das fagulhas, o grupo foi dividido, os que conseguiram passar antes da avalanche, continuaram os demais precisaram voltar, neste episódio, Lizley também socorreu o príncipe desatento, atiçando o cavalo dele antes que uma pedra o atingisse, e mais uma vez ele teve de lhe agradecer, mais adiante, na floresta louca, onde os sons podem confundir e enlouquecer os forasteiros, Lizley começou a cantar, e sua voz desafinada, fez com que eles não fossem seduzidos pelos sons da mata e pudessem continuar sem outros problemas, ale de suportar a voz da princesa. Durante a noite, bem mais adiante, pararam para descansar, às margens do lago negro, Lizley acendeu a fogueira, e disse para o príncipe amarrar os cavalos com os suprimentos. Ela se mostrava uma grande líder, e todos obedeciam sem pestanejar. Os dias foram passando, e logo chegariam à montanha do medo, no decorrer da viagem, o príncipe aprendeu a admirar a princesa, por sua bravura, por ser destemida, forte, audaciosas, ela tinha todas as qualidades, que ele jamais havia procurou em uma mulher, e todos os defeitos que ele dispersava. Logo que avistaram o sopé da montanha do medo, um grupo de homens os cercaram, eram ladrões, os poucos soldados que restaram, começaram a lutar, e o príncipe também, de súbito, a princesa tirou da mochila da sela, uma espada de cristal, e começou a lutar também, impressionantemente, golpes que ele nunca havia visto antes, com uma habilidade inacreditável, o príncipe por um momento se sentiu completamente encantado e orgulhoso da noiva, um dos bandidos, começou a falar mal,

__ segurem essa gorda louca…

 O príncipe ficou furioso e derrubou o desbocado no chão, e com a espada em sua garganta disse:

­__ gorda não, olha o respeito, ela é a minha noiva.

Todos olharam espantados, até mesmo Lisley e os guardas;, acho que até o príncipe se surpreendeu consigo mesmo, e enquanto o bando fugia, ele pensou consigo mesmo

__ O que está acontecendo comigo?

Enquanto embainhava a espada.

Começaram a subir a montanha, era realmente de assustar, animais rastejantes horríveis, sons apavorantes, quanto mais dentro da mata, mais escuro ficava, então, o príncipe foi mordido por uma abelha cinzenta e caiu no chão desacordado, ele ficou doente, precisam parar, durante vários dias Lisley, cuidou de Raynner, fez de tudo para não deixar a febre subir muito, alimentou, deu de beber, de comer até banho, o general e mais uns seis homens, acamparam nas proximidades da caverna sóbria, esperando que o príncipe melhorasse, para poderem prosseguir a viagem e concluir a tarefa. Estavam próximos a um pequeno lago, mas felizmente, a água era pura, apesar de escura, e ajudou muito na recuperação do príncipe, Lisley fez uns chás com ervas nativas, e ele foi melhorando, de vagar.

Amanheceu mais um dia, Lisley dormia profundamente, estava exausta, O príncipe despertou em seus braços, apesar do dia frio, ele estava agradavelmente aquecido e confortável, ele olhou para ela, mas já não se sentia tão repugnado até tinha certo carinho, mas nada que justificasse o casamento. Ele então chama:

__ Lisley, bom dia, vamos acorde bela adormecida.

Ela acorda e sorri, mas logo fecha o semblante e se levanta.

__vamos, precisamos terminar logo com isso

__ sim, mas antes, queria agradecer, por ter cuidado de mim, eu me lembro de tudo,

__ Só fiz o que era necessário

__ Eu sei, mesmo assim, agradeço.

Seguiram então adentrando na caverna, acenderam as tochas, e deixaram os cavalos lá fora.

O caminho era estreito, Raynner pensou consigo

__ Se estreitar mais ela vai agarrar

E riu sozinho, mas todos sabiam exatamente o que ele pensava

O que mais parecia estranho, era que o espaço diminuía, ficava estreito, difícil de passar e mesmo assim, ela passava sem dificuldade nenhuma, sem precisar ajuda de ninguém, então eles depararam com um abismo, o General lançou uma corda, com sua espada amarrada na ponta até o outro lado, esta ficou presa entre as rochas, ele então amarrou a outra ponta, nas pedras do lado oposto, todos já sabiam o que deviam fazer, enquanto organizavam quem iria atravessa primeiro, o Príncipe procurou  Lizley, para lhe dizer que seria melhor e mais seguro se ela ficasse, mas quando olhou, ela já estava terminando de atravessar, ele ficou sem entender como a corda agüentou, como ela agüentou , mas seus pensamentos foram interrompidos

__ e ai, vocês vão ficar ai pensando ou vão atravessar?

Grita Lisley do outro lado.

Todos atravessaram, e continuaram a andar, eis que quando a caverna parecia ficar mais escura, vê-se um clarão adiante, era o cálice de cristal. Todos se aproximaram então o príncipe pegou o cálice e se sentiu um herói, mas logo se lembrou,

 __Agora terei que me casar.

O retorno para o castelo, também foi cheio de acontecimentos, o cavalo que carregava o cálice disparou, quase o perderam, um bando de Lhaslus ( Um tipo de gato do mato, muito feroz de um olho só) os perseguiram, e Lisley sempre antecedendo os acontecimento e salvando a pátria, todos demonstravam muita confiança nela e Raynner aprendeu a ter também. Quando chegaram de volta no castelo, foram recebidos com muita festa, o rei mal podia acreditar, entretanto, o olhar dele procurava outra coisa, ele olhava para o casal, tentando ver algo diferente, um brilho, uma ligação, mas não pode ver nada, Lisley entrou sem dize ruma palavra e foi se preparar para os festejos da recepção que ocorreria mais à noite, o rei então foi até o príncipe e disse:

__ E então meu rapaz, conte-me tudo, como foi à viagem, não esqueça nada, nenhum detalhe…

Enquanto isso, Lisley chorava em seus aposentos ao lado de sua mãe, elas conversaram.

__ E então minha filha, como foi

__Mãe, não se iluda, nenhum homem pode se apaixonar por uma mulher que tem a minha aparência.

__ Não subestime tanto os homens minha filha, vocês tiveram tempo de se conhecerem, ele agora conhece suas qualidades

__Mas não sou bela, e só isso  importa para os homens

__ Toda regra tem exceção minha cara

__ Não neste caso, eu fiz o que devia, fiz o que podia, nada mais

Nesse momento o príncipe passa em frente aos aposentos da princesa, a porta estava entreaberta, ele ouviu parte da conversa

__Mãe, eu não tenho esperanças, ele nunca vai se casar por livre e espontânea vontade é apenas uma obrigação, ele não vai ser feliz, e não poderá me fazer feliz.

__ Minha filha, tenha fé, eu acredito no príncipe

Raynner, não entendeu bem o que queriam dizer e continuou até seus aposentos, precisava descansar um pouco antes dos festejos

Os preparativos para o casório estavam a mil, convidados chegavam de todos os cantos, muita fartura, muito brilho, tudo com muito esplendor, grandioso, como o rei queria muita pompa, mas a princesa não se mostrava feliz, o príncipe pensou em lhe falar, mas não sabia o que lhe dizer, não queria se envolver nisso, mais que já estava envolvido. Então, ao passar pelo jardim, ele ouviu outras princesas comentando sobre a aparência da noiva, que ela teria que cobrir todo o rosto, para não chocar os convidados

O príncipe, sem saber por que, se sentiu ofendido e foi tirar satisfação

__ ela pode não ter a beleza tradicional, que todas aqui têm, mas a beleza que ela tem nenhuma de vocês aqui, sequer pode sonha em alcançar.

Disse isso e deu as costas a elas, com desprezo e muito irritado, elas se espantaram e ficaram muito sem graça com tudo e sem saber realmente o que ele queria dizer.

O casamento iria acontecer em três semanas, era o tempo suficiente para que os convidados de reinos mais distantes e muito mais distantes, pudessem chegar a tempo. Enquanto isso, o príncipe tirou um tempo para conhecer o novo reino e o castelo, então se deparou com a biblioteca, Lisley estava lá, ele pediu permissão para entrar:

__ você não precisa pedir permissão para adentrar nas dependências do palácio, é praticamente de casa agora.

__ Só não queria incomodá-la

__ Você não incomoda.

__Você anda sumida, mal nos vimos depois que voltamos para o castelo

__Desculpe, tenho sido desatenta com você, mas pensava que seria melhor você me ver menos, e olha depois que nos casarmos, não precisa se preocupar, você pode continuar nos seus aposentos, não vou te trazer nenhum transtorno e não farei nenhuma exigência.

__Lisley, preste atenção, no começo eu me senti frustrado, ao vê-la, mas hoje, é diferente, não sei o que sinto, só sei que sua presença não me incomoda mais, ao contrário, me sinto bem a seu lado, tanto que gostaria de convidá-la para um passeio no lago, sua mãe me disse que você gosta, mas que sempre vai lá sozinha, você vem?

Lisley se levantou, esboçando um suave sorriso de contentamento e aceitou, caminharam em volta do lago por horas, Lisley falou sobre livros, ler era uma coisa que o rpincipe detestava fazer, mas, ele adorou as narrativas da noiva, ele descobriu outros talentos na princesa, ela era muito romântica e letrada, ela sabia muita coisas sobre coisas que ele nem sonhava que existia, era muito inteligente, amável, e gostava de animais, uma coisa em comum entre os dois, pois os animais eram uma paixão do príncipe, ela então o convidou para irem ao abrigo de animais, o príncipe ficou maravilhado, ao saber que ela tinha um abrigo para animais e era ela mesma quem cuidava de cada bichinho, os dois passaram o dia todo por lá, Raynner se sentia tão em casa, estava feliz.

            Na ultima noite antes do casório, o príncipe levou Lisley até seus aposentos antes de ir se deitar, e lhe deu o primeiro beijo de boa noite, no rosto, neste momento, eles se olharam olho no olho, isso nunca havia acontecido, Lisley sempre fugia seu olhar, ela nunca o encarara antes, e o que ele viu nos olhos dela, era inexplicável. Por toda noite ele pensou, na princesa, e não podia explicar por que, ou só não queria aceitar, como podia ele estar prestes a se casar com a moça mais feia que já viu, e mesmo assim, estar se sentindo tão leve?

Chegou à hora tão esperada, Lisley entrou no salão usando uma roupa muito estranha, era uma cobertura, um, sobretudo em forma de sino apenas, sem brilho, sem glamour, todos se mostram espantados, incluindo o Príncipe.

__ Bem, ela é feia, mas podia ter dado um jeitinho pra ficar melhorzinha não é? Mas deixa pra lá, em fim ela faz tantas coisas esquisitas uma a mais uma a menos não vai fazer diferença, bem que ela podia ter uma boa fada madrinha que a ajudasse, pensou.

Ao final da celebração, antes do beijo de consagração, a rainha Jalíssya, mãe da princesa Lisley sobe ao palco da celebração trazendo o cálice de cristal, cheio de vinho tinto, e oferece o vinho aos dois, cantando uma música numa língua desconhecida, O príncipe pegou o cálice para tomar o vinho percebendo que se tratava de um tipo de ritual casamenteiro diferente, Lisley o impediu de beber e disse:

__ temos que beber juntos.

E assim o fazem

Quando terminam o cálice de vinho, algo aconteceu, Lisley foi envolta por uma névoa branca e ela desapareceu em meio a ela, todos olharam assustados, menos os pais da princesa, a rainha colocou as mãos na boca e começou a chorar, o rei a rir e quando a névoa dissipou, revelou um monte de tecido cobrindo uma belíssima moça pequena e delicada, o príncipe se abaixou e a tomou em seus braços sem saber o que estava acontecendo, ela parecia frágil e muito cansada, então perguntou:

__Onde está Lisley?

Os pais da princesa se aproximaram, e pediram aos guardas que mantivessem os convidados afastados,  o rei então começa:

__ Meu rapaz, você conseguiu…

Mas é interrompido pela jovem

__Pai, deixa que eu mesma conto a ele,

E se virando para Raynner ela continuou:

__ Sou eu Raynner, Lisley, você quebrou o meu encanto.

__ Encanto, que encanto, porque não me disse antes?

__Calma, vou explicar, minha mãe, é de família de bruxos, mas se apaixonou pelo meu pai e se afastou do grupo, meu tio, um bruxo chamado Zork, veio logo que eu nasci, queria firmar um compromisso de casamento entre eu e o seu filho mais velho, meu Pai estava muito feliz com a minha chegada e foi um pouco arrogante se recusou e disse que eu era uma linda princesa e que iria me casar com o príncipe que fosse o meu escolhido, Zork ficou furioso e jogou sobre mim o encanto, da beleza escondida, (todas as qualidades que um homem sonha ver em uma mulher, sufocadas por todo defeito que eles não suportam ) assim, a minha real aparência, estava escondida por traz desse encantamento, minha mãe não poderia quebrar o encanto nem o desfazer, mas podia completar, estava tomando um cálice de vinho, usou o cálice para dar continuidade ao encanto, dizendo que a minha aparência se revelaria no dia do meu casamento e quando juntos, eu e meu príncipe consagrássemos o compromisso bebendo vinho nesse mesmo cálice, Zork insatisfeito disse que, para o encanto ser quebrado, no momento em que bebêssemos o vinho, o príncipe teria que estar apaixonado. Minha mãe então armou tudo para que eu tivesse no mínimo chances de quebrar esse encanto, ela escondeu o cálice na montanha do medo, para dar chances a você, de me conhecer melhor e de poder ver, por traz da aparência e você conseguiu.

Os dois então se abraçaram diante dos olhares lacrimejantes de seus pais e demais pessoas que sabiam da história, incluindo o General e o padre que celebrava o casamento, a emoção então tomou conta de todos. O príncipe tomou sua princesa nos braços e atravessou o salão para levá-la até seus aposentos, ela precisava se trocar, um tempo depois eles retornaram, para o salão, Lisley se tornara uma formosa jovem, de encher os olhos de qualquer um, os dois dançaram a noite toda e por muitas e muitas outras noite, e  viveram felizes para sempre.

       Muito bem meus amigos, eu não sei desenhar, mas encontrei belas imagens na internet para poder ilustrar o meu conto de fadas, quem, por ai,  souber desenhar, e quiser  me ajudar, é só entrar em contato bjs

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